Infelizmente as notícias não são as mais positivas. Na última quarta-feira, 15/10, a comissão da FENATTEL, se reuniu com a Claro para mais uma rodada de negociação. Com o objetivo de dar continuidade às negociações ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2025/2027 e o Acordo de PPR 2025, a empresa apresentou mais uma proposta, bem abaixo da inflação.
Para a bancada sindical, a Claro continua com sua estratégia de negociação, oferecendo propostas ridículas e a conta-gotas, com valores totalmente desproporcionais à grandeza e à capacidade de seus trabalhadores.
Confira a seguir, a proposta REJEITADA pelo SINTTEL e pela Comissão de Negociação:
• 2,5% de reajuste salarial, em março/2026;
• Abono de R$ 800 (pago após aprovação nas assembleias);
• VR/VA de 2,8 %, fevereiro/ 2026;
• Demais benefícios, 2.8%, a partir de fevereiro/2026.
Quanto ao PPR 2025, a empresa recuou em alguns pontos, pois já admitiu a antecipação em março/2026. Também seguirá os mesmos padrões redacionais do acordo anterior. Ainda assim, os sindicatos deixaram registrada suas insatisfações com a divisão que a empresa faz com relação ao Programa, referente aos critérios de divisão por negócios e regionalidades, fragmentando um PPR que deveria ser linear e de valor único para todos os trabalhadores da Claro.
Os sindicatos também refutaram a proposta quanto à elegibilidade para o direito de pagamento aos trabalhadores que pedirem demissão. Tal determinação fere o princípio da isonomia – segundo a súmula 451 do TST – e que garante o pagamento de forma proporcional aos meses trabalhados, pois o ex-empregado trabalhou para os resultados positivos da empresa.
No geral, o que foi apresentado pela empresa está muito distante das reivindicações contidas na pauta dos trabalhadores e foi prontamente recusada pelos sindicatos. A Claro continua oferecendo migalhas aos trabalhadores. Além disso, oferece um abono bem abaixo do esperado, uma vez que este deve considerar os valores que estão envoltos nesta situação, como PPR e 13º terceiro. Segundo os representantes dos trabalhadores, o abono tem que ser bem maior e proporcional ao salário.
Como não houve consenso, uma nova reunião, desta vez presencial, ocorrerá em 29/10 para dar prosseguimento às tratativas.
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