MERCANTILIZAÇÃO FINANCEIRIZADA DA EDUCAÇÃO, ENSINO SUPERIOR A DISTÂNCIA E JORNADAS DE TRABALHO JAMAIS VISTAS
O tempo a ser dedicado ao trabalho sempre esteve no centro das lutas da classe trabalhadora. No Brasil, a última redução da jornada de trabalho ocorreu em 1988, quando os trabalhadores e trabalhadoras conquistaram redução para 44h semanais.
Nos anos 2000 as Centrais Sindicais lançaram a Campanha Nacional pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário para pressionar o encaminhamento de Propostas de Emenda à Constituição que estavam paradas – a PEC nº393/2001, de Inácio Arruda (PC do B) e a de nº 75/2003, de Paulo Paim (PT). Apesar de não ter surtido efeito na redução da jornada de trabalho através da legislação, muitas categorias conseguiram através da negociação coletiva.
Mundialmente, a luta em torno do tempo de trabalho, voltou a ganhar destaque após a Pandemia, tendo sido implantadas diversas experiências de redução da jornada, bem como de escalas 4×3 como forma de enfrentamento aos problemas de qualidade e quantidade de empregos, bem como de qualidade de vida.
No Brasil, o debate ganhou reforço através do Movimento VAT (Vida Além do Trabalho) contra a escala 6×1 e a apresentação da PEC n. 08/25 de Érika Hilton (PSOL).
Como forma de contribuir para o debate sobre a Redução da Jornada de Trabalho sem redução de salários e do fim da Escala 6×1, serão lançados semanalmente dois artigos com o objetivo de subsidiar o debate em seus vários espaços, como o legislativo e o da negociação coletiva. Iniciamos essa série com o artigo “Mercantilização Financeirizada da Educação, Ensino Superior a Distância e jornadas de trabalho jamais vistas” de autoria de Roberto Leher e Amanda Moreira da Silva.
Fonte – Veja o artigo na íntegra em https://www.andes.org.br/diretorios/files/Beregeno/III%20Congresso%20Mundial%202/Artigo%201.pdf
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