A Reforma Trabalhista de 2017 favoreceu o capital ao ajustar a jornada às suas necessidades, rompendo com a função histórica de impor limites à liberdade patronal. Ampliou a flexibilização e isentou o pagamento por horas à disposição.
No entanto, a crise da Covid-19 reacendeu o debate sobre a redução da jornada, impulsionando propostas como a semana de quatro dias nos países centrais e, no Brasil, a extinção do regime 6×1 pelo Movimento Vida Além do Trabalho (VAT). As campanhas pela redução da jornada ganham relevância ao reintroduzirem a padronização no debate social, contrapondo-se à despadronização característica do capitalismo contemporâneo.
Fonte: Veja na íntegra o Artigo 4 – “O Fim da Escala 6×1 e a Possível Reintrodução da Padronização das Jornadas no Contexto Pós-Reforma Trabalhista” de autoria de Daniela Macia Ferraz Giannini, através do link https://pesquisa.ie.unicamp.br/wp-content/uploads/sites/62/2025/10/Artigo-4.pdf
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