Não se pode falar de trabalho no Brasil sem mencionar racismo e desigualdade de gênero. As mulheres negras sempre trabalharam, mas raramente tiveram direitos do trabalho. Da escravização ao trabalho doméstico, da informalidade ao subemprego, elas sustentam, há séculos, a base da economia brasileira, ao mesmo tempo em que enfrentam as piores condições de inserção, com as menores remunerações.
Este Boletim trata de alguns aspectos da realidade dessas mulheres no mundo do trabalho, com a sistematização de dados e análises que evidenciam as desigualdades estruturais e apontam a urgência de políticas que garantam dignidade, valorização e proteção social.
Em sintonia com o lema da Marcha Nacional das Mulheres Negras de 2025- Pelo bem viver, contra o racismo, o sexismo e as desigualdades, a publicação reafirma que não há justiça social nem desenvolvimento sustentável enquanto o trabalho das mulheres negras continuar invisibilizado e desvalorizado.
Fonte: DIEESE – Veja a matéria completa em https://www.dieese.org.br/boletimespecial/2025/conscienciaNegra.html
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