No 3º trimestre de 2024, o Brasil tinha 1,7 milhão de pessoas que trabalhavam por meio de plataformas digitais e aplicativos de serviços, incluindo aplicativos de transporte de pessoas, de entrega de comida e produtos e de prestação de serviços gerais ou profissionais, o equivalente a 1,9% da população ocupada no setor privado. Em relação a 2022, quando havia 1,3 milhão pessoas nessas ocupações, houve crescimento de mais 335 mil pessoas (25,4%).
Os dados, divulgados pelo IBGE, são do módulo Trabalho por meio de plataformas digitais 2024, da PNAD Contínua. Esse módulo é experimental e fruto de um convênio com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).
Plataformizados trabalham mais horas e têm maior proporção de informalidade
No 3o trimestre de 2024, o rendimento médio mensal dos trabalhadores plataformizados (R$ 2.996) estava 4,2% maior que o rendimento médio dos não plataformizados (R$ 2.875).
No entanto, os trabalhadores plataformizados (R$ 15,4/hora) registraram um rendimento-hora 8,3% inferior ao dos não plataformizados (R$ 16,8/hora), uma vez que sua jornada de trabalho (44,8 horas por semana) era, em média, 5,5 horas mais extensa que a dos não-plataformizados (39,3 horas).
Fonte: Veja a matéria completa em https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/44806-numero-de-trabalhadores-por-aplicativos-cresceu-25-4-entre-2022-e-2024
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