O impacto das jornadas longas sobre a qualificação é maior entre os trabalhadores mais jovens.
Entre os empregados formais do setor privado com idade entre 18 e 24 anos, que trabalhavam exatamente 40 horas semanais, 28% conseguiam conciliar trabalho e estudo. Dos jovens que cumpriam jornadas de trabalho entre 41 e 44 horas, apenas 20% estavam estudando, redução de 8 pontos percentuais.
Nesse grupo, 19% ainda não tinham concluído sequer o ensino médio, o que sugere que jornadas mais longas podem estar associadas a maiores dificuldades não apenas para dar continuidade aos estudos, mas também para concluir a formação básica.
Fonte: veja a matéria completa em https://www.dieese.org.br/boletimempregoempauta/2026/boletimEmpregoPauta32.html
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