O A taxa de desemprego no Brasil voltou a cair e fechou o segundo trimestre em 5,4%, mostram dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O percentual corresponde ao menor patamar de toda a série histórica da pesquisa apurada desde 2012, para o período.
Como ficou o desemprego
Desemprego atingia 5,4% dos brasileiros entre abril e junho. O resultado apurado pela Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) é levemente inferior à taxa do período encerrado em maio (5,6%). Ainda assim, a taxa permanece acima do nível alcançado ao final do ano passado (5,1%), período que marca o menor desemprego de toda a série.
Percentual equivale à mínima histórica para um segundo trimestre. Com o leve recuo, o volume de desocupados é inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (5,8%) e, consequentemente, o mais baixo de toda a série do indicador, iniciada em 2012, para o trimestre entre abril e junho.
Formalidade
Empregados do setor privado com carteira de trabalho assinada têm estabilidade. A formalidade nas atividades atinge 39,4 milhões de trabalhadores no segundo trimestre, percentual semelhante ao dos primeiros três meses deste ano. O mesmo cenário é observado na comparação com o trimestre de abril a junho de 2025.
Trabalhadores informais crescem para 13,6 milhões no segundo trimestre. O número equivale a um aumento de 288 mil pessoas (2,2%) sem carteira assinada em ocupações no setor privado. Em relação ao mesmo período de 2025, o total equivale a uma estabilidade, segundo o IBGE.
Salários perdem nível recorde
Remuneração média dos trabalhadores recua para R$ 3.722. O salário médio habitual dos trabalhadores no Brasil aparece abaixo do registrado no primeiro trimestre (R$ 3.795). Ainda assim, o rendimento supera em 2,8% o resultado do trimestre encerrado no mesmo período de 2025 (R$ 3.635).
Massa de rendimento médio real sobe para R$ 380,9 bilhões. Com a evolução dos salários, a soma das remunerações de todos os trabalhadores subiu 3,6% (mais R$ 13,2 bilhões) em um ano.
Fonte: Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2026/07/30/desemprego—junho-2026.ghtm
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