Nesta quinta-feira, 25 de junho, o SINTTEL/PR, juntamente com a comissão de negociação da FENATTEL, participou da última rodada de negociações com a VIVO para tratar do Programa de Participação nos Resultados (PPR) 2026. Após diversas reuniões, a empresa queria incluir no PPR uma cláusula prevendo desconto de 35% do valor do PPR para quitação de dívidas de trabalhadores com a VIVO.
A Comissão Fenattel rejeitou de forma imediata e contundente a medida, por entender que a vida financeira e pessoal dos trabalhadores não pode ser objeto de interferência patronal nem de negociação coletiva. Com firmeza e unidade, a bancada laboral conseguiu retirar definitivamente essa proposta da mesa.
Outro importante avanço conquistado pelos Sindicatos foi a antecipação da primeira parcela do PPR. A empresa pretendia realizar o pagamento apenas em 31 de julho, mas a representação dos trabalhadores pressionou e garantiu o pagamento para o dia 24 de julho de 2026, para os trabalhadores admitidos até 30/06/26 e ativos até 07/07/26.
Administrativo, Loja e Atendimento sem variável – 1,0 salário
Campo e Atendimento com variável – 0,5 salário.
A luta pela equiparação dos targets do PPR continua
Durante as negociações, os dirigentes sindicais voltaram a cobrar o fim da desigualdade existente nos targets do PPR, pois nosso entendimento é que o PPR tem que ser igual para todos. Atualmente, os trabalhadores das áreas de campo e atendimento que recebem variável, tem o target equivalente a 1,1 salário, enquanto os demais empregados possuem target de 2,4 salários.
O SINTTEL defendeu a valorização dos trabalhadores e reivindicou a elevação em ambos os targets.
A VIVO assumiu o compromisso de aumentar o target dos trabalhadores que hoje possuem 1.1 salário, juntamente com a negociação do acordo coletivo 2026. Para o SINTTEL e demais entidades filiadas à FENATTEL, essa diferença de tratamento é injustificável. Todos os trabalhadores contribuem diariamente para os resultados da empresa e para a geração de riqueza. Por isso, o Sindicato seguirá lutando pela equiparação dos targets e por uma política de participação nos resultados mais justa, valorizando quem efetivamente constrói a riqueza da empresa.
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